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BookTech Collective: a publicação entra na era da IA | Editora Rordaz

Um movimento internacional acaba de nascer para colocar a inteligência artificial, com responsabilidade, no centro do mercado do livro — e o Brasil está na mesa. Entenda o que muda para quem escreve, publica e lê.

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O que é o BookTech Collective

É uma iniciativa internacional que coloca tecnologia e inteligência artificial no centro do debate editorial. Foi fundada por quatro organizações: a Ailaysa, dos Estados Unidos e da Índia; a grega Thinking; a Feira Internacional do Livro de Limassol, no Chipre; e a Armida Books, também cipriota. Todas unidas por uma bandeira: adotar a IA de forma responsável.

Por que esse movimento surge agora

Nas grandes feiras do livro, como Frankfurt, Bolonha e Londres, a tecnologia editorial costuma ficar restrita a painéis isolados, mesmo já sendo estratégia central das editoras. O BookTech Collective quer mudar isso e dá protagonismo aos mercados emergentes: América Latina, Ásia, mundo árabe e África deixam de ser coadjuvantes e passam a liderar.

E o Brasil está na mesa

Entre os palestrantes está Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores, a maior plataforma de autopublicação em língua portuguesa. O movimento ganhou corpo no BookTech Remote Con, seu encontro inaugural online, que reuniu nomes como Richard Charkin, ex-presidente da União Internacional de Editores, na palestra principal.

O recado: O mercado do livro vive uma das maiores transformações da sua história, movida por inteligência artificial, fluxos digitais e novos formatos. O recado do movimento é claro: tecnologia sim, mas com responsabilidade e curadoria humana.